Há muitas questões que geram discórdia em D&D. Qual arma é a melhor? A espada longa e sua chance de crítico alta ou o machado grande com seu crítico muito poderoso? E qual é o melhor, o feiticeiro com sua escolha instantânea de magias ou o mago com uma quantidade quase infinita delas? Essas questões dividem o D&D e esse tópico de maneira alguma tentará resolvê-las.
Digo isso porque nesse tópico modificaremos a classe feiticeiro. Se ela é melhor ou não que o mago, não sabemos, mas uma coisa é fato: não há qualquer razão para se evoluir até o 20o nível de feiticeiro. Ele não ganha qualquer bônus ou qualquer habilidade especial. Então, com a ajuda de um amigo, o Vitor, nós mudamos isso. Com vocês, o novo feiticeiro:
Inicialmente, ele ganhará mais pontos de perícia. O feiticeiro é geralmente uma pessoa dedicada, mas também tem o espírito mais livre e aventureiro que o mago comum, por isso achamos justo que ele ganhe mais pontos de perícias que o mago, o que representaria o aprendizado que ele teve durante sua vida.
O feiticeiro também receberá bônus por ter um contato natural mais forte com as energias arcanas que o mago. Em um primeiro momento ele será capaz de sentir as auras mágicas ao seu redor naturalmente e durante sua evolução ele ganhará o talento Familiar Aprimorado, que representaria o fato de que criaturas mais poderosas sentem esse poder inato e se aproximarão.
Por fim o feiticeiro terá dois caminhos para desenvolver suas magias: ou se aprimorará em um grupo de magias especiais, aumentando a dificuldade de seus inimigos para resisti-las. Ou então poderá obter o poder de alterar as energias que controla, tornando suas magias uma mistura de efeitos e energias diferentes.
Esperamos que com essas alterações vocês tenham mais vontade de seguir com essa classe que é boa e gostosa até o vigésimo nível. Para mais detalhes sobre os poderes e em quais níveis ele os pega, clique aqui: Feiticeiro
Cara, gostei da idéia. Realmente feiticeiro é uma classe que chama pouca atenção. Mesmo sem muito conhecimento das classes (afinal, manjo pouco de d&d), vou dar uma lida no texto e deixar um outro recado. Só não o faço agora porque estou no pc novo. E aqui não tem nenhum leitor de documentos.
Mas eu volto depois. E como sempre me foi dito, “tenha fé”. Uma hora o blog vai pra frente!
Se você considerar apenas os livros de regras basicas, as classes estão equilibradas, uma que se expanda a seleção de talentos, o mago fica muito mais forte. Muito mesmo. Apenas os talentos metamagicos já são suficientes para desnuvela-los. Note que o DV do mago só é um d4 devido ao tempo que ele gasta em estudos, sem quase nenhuma atividade fisica. Mais justo seria então, como uma compensação razoavel, que alem do que já foi descrito, o DV do feiticeiro fosse d6, uma vez que este dado representa a falta de treinamento miilitar, porém sem enclausuramento ou problemas de condições inadequadas de sobrevivência (causa do baixo DV do plebeu). Após diversos testes, essa alteração no DV se mostrou razoavel, e em niveis altos (16…) até insuficiente para manter o equilibrio. Um pouco mais arriscado é permitir a escolha do talento de mago (dominar magia, creio eu), que lhe permite decorar 5 magias, ao feiticeiro, que poderia utilizar mais 5 magias. Nesse caso a balanço pende mais para o lado do feiticeiro.
Eu creio que uma analise interessante seria a do druida, pois além de possuir mais vida que ambos, melhor bbat, mais habilidades especiaias e um companheiro animal, ainda possui magias que tornam dificil a decisão de qual seria o conjurador mais ofensivo. Lançar tempestades de relâmpagos metamorfoseado numa aguia com pele de rocha e reduções de dano a 36 metros de altura é um exemplo do possivel excesso de poder (especialmente em médios niveis, 7-16).
Concordamos com você, Apoio. O aumento do dado de vida do feiticeiro para d6 seria uma boa maneira de modificar a classe para um talvez equilibrio.
Mas a idéia do post não é buscar um equilíbrio e sim dar uma razão para as pessoas jogarem com o feiticeiro até o 20o nível. Por não ganhar nenhuma habilidade especial nos níveis, é melhor pegar uma classe de prestígio.
Isso foi mudado no guerreiro. Até o 10o nível ele já tem talentos o suficiente para pegar as melhores coisas com a sua arma favorita. Seria fácil pegar outra classe de prestígio. Mas a inclusão do talento Especialização Maior (12o nível) e “Weapon Supremacy” (18o nível) fez com que fosse tão interessante quanto pegar uma CdP seguir como guerreiro até o fim.
Gostei de todas as modificações sugeridas, inclusive em relação ao dado de vida, e além disso, eu não vejo porque não alterar um pouco a seleção de pericias do feiticeiro, afinal, ela quase não difere em nada das pericias do mago.
Outra forma de incentivar o uso do feiticeiro seria amenizar uma de suas desvantagens, a pequena gama de magias conhecidas, talvez possibilitando-o, algumas vezes por dia de acordo com o nível, substituir uma de suas magias conhecidas por qualquer magia de uma determinada escola, ou mesmo qualquer magia arcana, afinal, é quase dolorido gastar um Desejo cada vez que uma magia não conhecida se faz necessária, principalmente se a magia for de nível baixo.
O problema com grande parte do que eu achei interessante até agora (aumento do dado de vida, mais pontos e mais diversificadas pericias, uso mais amplo de magias) aparentemente tornaria o feiticeiro um tanto parecido com o que é o bardo, o que creio não ser a intenção.
Portanto talvez fosse melhor restringi-lo ao familiar aprimorado e a um dos caminhos…
Olá Natalia, muito obrigada pela sua visita ao nosso blog! Estamos um pouco parados mas pretendemos voltar com tudo em 2010. Estou com um post fresquinho que deve ir ao ar hoje ainda, espero ver seu comentário por lá! Seu blog já está na nossa lista de leituras. Abraços!